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sábado, 26 de setembro de 2009

Peixe desconhecido é encontrado na Bahia

O peixe de carne esquisita, sem pele nem escama, é formado, da cabeça à ponta da cauda, por uma massa que mais parece gelatina. Ele foi capturado durante uma viagem de pesquisa do projeto Tamar.

Estudiosos e pescadores tiveram uma surpresa durante uma experiência no litoral norte da Bahia. "Parece um animal pré-histórico. Parece que é de silicone, só tem gordura. Esse não dá para comer”, disse o pescador Jucinei Evangelista. E não dá mesmo. É um peixe de carne esquisita, não tem pele, nem escama. Da cabeça à ponta da cauda, é formado por uma massa que mais parece gelatina. Ele foi capturado durante uma viagem de pesquisa do projeto Tamar. Os técnicos testavam anzóis circulares, que podem ser usados sem o risco de matar tartarugas marinhas. De repente, o estranho animal foi fisgado. "Quando vi o bicho que tomei aquele susto, caí logo na água pra filmar", afirmou o coordenador do Projeto Tamar, Guy Marcovaldi. Nas imagens gravadas por Guy Marcovaldi, o peixe se aproximava da superfície, já quase sem vida. Ele estava a mil metros de profundidade, a 15 quilômetros da Praia do Forte, litoral norte da Bahia. Os pesquisadores calculam que a costa brasileira abriga pelo menos 150 espécies de peixe ainda desconhecida da ciência. As descobertas mais recentes foram de pequenos animais. Do porte deste peixe, foi a primeira vez. Ele pesa cerca de 40 quilos e é do tamanho de um homem alto: 1,83m. Olhos pequenos, boca grande e dentes quase invisíveis. O oceanógrafo Cláudio Sampaio, professor da Universidade Federal da Bahia, confirma que não há registro desse peixe em nenhuma publicação científica. “A gente encontrar uma espécie como essa, totalmente nova para a ciência, é uma joia rara. Um peixe que jamais foi visto pelo ser humano", declarou Cláudio. O peixe será conservado em formol e vai fazer parte do acervo do Museu de Zoologia da Universidade Federal da Bahia. Para os biólogos o desafio será maior do que uma simples identificação. Vão precisar descobrir também em que região do Atlântico vive a raridade.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Técnica brasileira aumenta chances de transplante de fígado

Uma técnica desenvolvida aqui no Brasil aumenta as chances de um transplante de fígado dar certo. Com a ajuda do raio laser, os médicos conseguem saber antes da operação, se o órgão que vai ser doado está em boas condições. Por causa de uma cirrose, Manoel Aparecido Nascimento começou a sofrer de confusão mental. Passou por um transplante de fígado e hoje se sente curado.

"Agora eu tenho uma família que eu posso cuidar melhor", diz Manoel.

O sucesso do transplante teve a ajuda de uma nova técnica de avaliação de órgãos, desenvolvida pela USP de Ribeirão Preto. Durante testes com ratos, os cientistas descobriram que as células do fígado reagem ao serem tocadas por um feixe de raio laser de baixa potência. A leitura desta reação, feita pelo computador, fornece um diagnóstico preciso sobre a quantidade de gordura no fígado.

"Nós dividimos em pouca, moderada e grande quantidade de gordura. Os fígados com grandes quantidades devem ser descartados, porque o resultado é ruim no transplante", explica Gustavo Ribeiro de Oliveira, pesquisador da USP de Ribeirão Preto.

O excesso de gordura indica que o órgão não é saudável e, por isso, tem menos chance de funcionar no organismo. Quarenta e três pacientes já receberam um fígado avaliado com a nova técnica.

O equipamento cabe numa maleta e pode ser levado pra qualquer sala de cirurgia do país onde esteja um candidato a doador de fígado. Os dados ficam gravados no computador e podem ser analisados mais tarde, pelos médicos especialistas, que vão fazer o transplante.

A pesquisa foi publicada nas versões eletrônicas de duas revistas cientificas americanas de hepatologia e transplante. A técnica está sendo usada também para avaliar o paciente depois da cirurgia e reduzir o risco de rejeição.

"Você seleciona melhor os fígados, você obtém por consequência fígados melhores e isso tem uma correlação positiva com a evolução dos pacientes no pós-operatório", avalia Orlando de Castro e Silva, coordenador do Programa de Transplante de Fígado do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

sábado, 15 de agosto de 2009

Menina que morreu em avião não tinha a nova gripe

A adolescente que morreu no avião quando voltava de uma viagem à Disney não estava com a gripe suína. Parentes foram informados sobre o resultado dos exames. Jaqueline Ruas teve uma pneumonia, que chegou a ser diagnosticada nos Estados Unidos. A agência de viagens responsável pela excursão alega que a jovem embarcou para o Brasil porque os médicos americanos não proibiram a viagem. Mas o prontuário do hospital na Flórida, onde Jacqueline foi atendida, informava que, em caso de piora, a adolescente teria que voltar imediatamente. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o.

Menina que morreu em avião não tinha a nova gripe

A adolescente que morreu no avião quando voltava de uma viagem à Disney não estava com a gripe suína. Parentes foram informados sobre o resultado dos exames. Jaqueline Ruas teve uma pneumonia, que chegou a ser diagnosticada nos Estados Unidos. A agência de viagens responsável pela excursão alega que a jovem embarcou para o Brasil porque os médicos americanos não proibiram a viagem. Mas o prontuário do hospital na Flórida, onde Jacqueline foi atendida, informava que, em caso de piora, a adolescente teria que voltar imediatamente. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o.